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    Em 25 de março de 2015, o Instituto de Saúde Social e Ambiental da Amazônia (ISSAA) iniciou suas atividades, na cidade de Belém/PA, com a missão de promover a saúde, educação, assistência social à população, através de uma gestão inovadora, responsável e transparente.

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      Poli Metropolitana

      Após um mês de atividades, atendimento da Poli Metropolitana é aprovado pela população

      Em um mês, Unidade já atendeu 4,5 mil pessoas, realizou quase 10 mil exames e gerou 150 novos postos de trabalho

      10/02/2020

      Uma ótima surpresa. É assim que Jorge Cruz, autônomo, define o atendimento da Poli Metropolitana nesse primeiro mês de funcionamento. “Eu consegui me consultar e fazer todos os exames com agilidade. Já fiz propaganda para os meus vizinhos, porque um atendimento dessa qualidade e sem pagar nada, realmente tem que ser reconhecido. A Policlínica caiu do céu”, afirmou Jorge.

      Inaugurada no mês passado, a primeira policlínica pública do Estado, a Poli Metropolitana, já realizou mais de 4,5 mil atendimentos médicos e não médicos, 7.150 exames de análises clínica e mais de 2,1 mil exames de apoio diagnóstico. Além de gerar 150 novos postos de trabalho, entre profissionais do corpo clínico e administrativo.

      A mesma surpresa que teve Jorge foi sentida pelo professor Márcio Soares. “Fui encaminhado para a Poli Metropolitana e vim com aquela ideia de que conseguiria a consulta daqui a seis meses, mas fiquei muito grato, porque em menos de uma semana, já consegui resolver tudo”, disse Márcio.

      “As especialidades médicas e não médicas formam uma equipe multidisciplinar, que possui uma gama de exames disponíveis para realizar diagnósticos. Então, com isso, conseguimos otimizar o tempo para dar uma resposta para o paciente de forma rápida, resolutiva e precoce”, explicou a diretora executiva da Poli Metropolitana, Liliam Gomes.

      Por esse motivo, a diarista Tânia Maria saiu satisfeita do seu primeiro dia de consulta. “Há 3 anos estava atrás de uma consulta com um cardiologista e, no mesmo dia em que fui encaminhada para a Poli, consegui o atendimento com o médico, que me encaminhou para fazer exames aqui mesmo. No mesmo dia eu já soube o que eu tinha e comecei o tratamento”, afirmou.

      As perspectivas são as melhores, segundo o Diretor Técnico, Luiz Fausto da Silva. “Vamos ofertar 100% dos serviços da Poli Metropolitana até o mês de abril, que é quando ela funcionará plenamente e poderá atingir nossa meta mensal, que é de promover 25 mil atendimentos e realizar 191 mil exames, entre laboratoriais e de imagem”, assegura o Diretor.

      Funcionamento - A Poli Metropolitana fica na Dr. Freitas S/N, esquina da Almirante Barroso, Bairro do Marco. Atende de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. O paciente deve ser encaminhado pelas Unidades Básicas de Saúde com consulta agendada por meio da Central Estadual de Regulação (CER). Além do encaminhamento médico, deve trazer o cartão nacional do SUS, RG e CPF. Para mais informações: 98521-5110.


      Polimetropolitana

      A Poli Metropolitana conta com mais de 30 especialidades médicas e capacidade para 1,5 mil atendimentos diários. A unidade de saúde, construída no campus de Ciências Biológicas da Universidade do Estado do Pará (Uepa), no bairro do Marco, em Belém, conta com três andares, e oferece atendimento clínico e cirúrgico, além de exames e outros procedimentos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

      Ao todo são 52 consultórios e demais áreas para atendimento de pacientes encaminhados pelo SUS, com base em solicitações feitas por Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Não há atendimento de livre demanda.

      Um dos equipamentos disponíveis na Policlínica é o tomógrafo mais moderno do Estado, avaliado em quase US$ 600 mil. Ele é o único com 128 canais. Até então, o Estado só dispunha de equipamentos com 64 canais. Isso significa altíssima qualidade de imagem e precisão no diagnóstico.

      Com mais de 2,5 mil metros quadrados de área construída e três pavimentos, a nova unidade ambulatorial de média complexidade oferece serviços em mais de 30 especialidades clínicas e cirúrgicas, além de exames e diversos procedimentos ambulatoriais. Suas instalações foram padronizadas para dar acessibilidade aos usuários, respeitando normas estruturais e sanitárias. Por isso, dispõe de 10 salas de recepção, com capacidade para 350 pessoas em espera de atendimento, simultaneamente.

      São realizadas consultas nas áreas de Cardiologia, Pneumologia, Hematologia, Reumatologia, Nefrologia, Gastroenterologia, Hepatologia, Geriatria, Neurologia, Alergia e Imunologia, Psiquiatria, Medicina Interna, Infectologia, Cirurgia Geral, Colo Proctologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Torácica, Cirurgia Vascular, Cirurgia Plástica, Urologia, Ortopedia, Neurocirurgia, Anestesiologia, Ginecologia e Obstetrícia, Mastologia, Otorrinolaringologia, Oftalmologia, Pediatria Geral e especialidades pediátricas.

      Além dos consultórios, a unidade conta com 25 salas para exames de análises clínicas, de imagem e métodos gráficos, como tomografia computadorizada, mamografia digital, ultrassonografia (geral e doppler), densitometria óssea, raios-X digital, testes funcionais, ecocardiograma; eletrocardiografia; teste ergométrico; mapa; holter; eletroencefalograma; eletroneuromiografia; espirometria; endoscopia digestiva alta; colonoscopia; retosigmoidoscopia; audiometria; Bera; impedanciometria; ressonância magnética; medicina nuclear; iodoterapia; polissonografia; cateterismo cardíaco (diagnóstico) e angiografia digital.

      A estrutura da Policlínica comporta também 12 boxes para coleta laboratorial; duas salas de cirurgias ambulatoriais; duas salas para recuperação pós-anestésica, com dois leitos cada uma; uma sala de urgência médica equipada para suporte às possíveis intercorrências, com acesso facilitado para ambulâncias; uma Farmácia Satélite e um centro de distribuição para armazenamento de medicamentos e insumos hospitalares.

      A criação de policlínicas nas 12 mesorregiões do Pará integra a agenda de governo. Só no ano passado, foram entregues o Hospital Regional Abelardo Santos (HRAS), o Hospital Regional dos Caetés, em Capanema, e este ano deve ser concluído o de Abaetetuba, ainda no primeiro semestre. Em 2020 também devem ser retomadas as obras no Hospital Regional de Castanhal, iniciadas na Santa Casa do Pará e Hospital Ophir Loyola (HOL), além da construção do primeiro Hospital Público da Mulher e do Pronto Socorro do Bengui.

       

      Fonte: Agência Pará (https://agenciapara.com.br/noticia/18029/)

      Fonte: -

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